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Zaralha: abri minha pasta, de Letícia Novaes

Citei em uma newsletter anterior minha fixação por esta mulher, Letícia Novaes*. Bem, meu livro dela não tinha chegado pelo correio ainda, agora volto com mais detalhes insPIRADOS 😀 Serei breve porém enfática.

Como bem disse Bruna Beber no prefácio, Zaralha pode e deve ser catalogado como um livro de poesia, ou melhor “uma porção de vida cercada de poesia por todos os lados”. Em minhas palavras, é uma obra de arte, uma enciclopédia nostálgica da infância, um relicário da vida adulta, além de cavalos e dos poemas viscerais que compõem as deliciosas e ultra coloridas páginas, ao lado de fotos e bilhetes manuscritos cheios de corpo e alma.Zaralha é muito mais que uma pasta amarela, é uma experiência antropológica e catártica. 

*Além de formada em teatro, “Letrúcia” – um de seus muitos codinomes, alter-egos – tem duas bandas, a antiga Letuce e a recente e absolutamente arrasani Letrux. E ela também escreve, e como escreve!

palmas para quem não
se separou
e palmas também
para quem 

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