• Recados

    Prêmio do mês de Julho

    Em virtude do Dia do Escritor, que será em 25 de julho, e do nosso 4º aniversário, que foi em 2 julho, o prêmio especial desse mês é o livro Mulheres Atrás das Câmeras- As cineastas brasileiras de 1930 a 2018, celebrando, também, as mulheres que escrevem sobre cinema e, nesse caso, especificamente cinema realizado por mulheres. O livro é organizado por Camila Vieira (do Feito por Elas) e Luiza Lusvarghi e conta com artigo sobre Marília Rocha assinado pela Camila um sobre Helena Ignez escrito pela Isabel Wittmann, entre outros tantos. O sorteio será realizado na quarta-feira dia 15 e para participar, como sempre, basta ser uma madrinha ou…

  • Podcasts

    Feito por Elas #115 Emma.

    Esse programa dá continuidade ao nosso mês das escritoras e conversamos sobre Emma. (2020). O filme é adaptado do livro com mesmo nome da Jane Austen, dirigido pela Autumn de Wilde com roteiro de Eleanor Catton e estrelado por Anya Taylor-Joy. O programa é apresentado por Isabel Wittmann, Kel Gomes e Helga Dornelas. Feedback: contato@feitoporelas.com.br Feito por Elas · Feito Por Elas #115 Emma Feed|Facebook|Twitter|Instagram|Letterboxd|Telegram Pesquisa, pauta e roteiro: Isabel Wittmann, Kel Gomes e Helga Dornelas. Produção e edição: Isabel Wittmann Arte da capa: Amanda Menezes Vinheta: Felipe Ayres Locução da vinheta: Deborah Garcia (deh.gbf@gmail.com) Música de encerramento: Bad Ideas – Silent Film Dark de Kevin MacLeod está licenciada sob uma licença Creative Commons, Attribution, Origem,…

  • Filmes,  Indicações

    Olla, de Ariane Labed

    Com clara influência do longa Jeanne Dielman, 23, Quai du Commerce, 1080 Bruxelles (1975), da diretora Chantal Akerman, Olla (2019) é a estreia bem sucedida da atriz francesa Ariane Labed (A Lagosta) atrás das câmeras. O trocadilho com o nome que ela recebe ao chegar, ao menos no Brasil permite uma associação erótica, uma das facetas bem trabalhadas na protagonista Olla (Romanna Lobach), que deixa a Ucrânia e vai para a França morar com Pierre, que ela conheceu pela internet e que vive com a mãe idosa. O curta de 27 minutos não brinca apenas com as discrepâncias da linguagem, mas com expectativas masculinas, direitos e desejos femininos, tantas vezes agredidos e silenciados. Destaque para…

  • Podcasts

    Feito por Elas #114 As Horas

    Esse programa, parte do nosso Mês das Escritoras, é sobre o filme As Horas (The Hours, 2002), dirigido por Stephen Daldry e adaptado do livro de mesmo nome de Michael Cunningham. Nele se entrelaçam as histórias de três mulheres: a escritora Virginia Woolf (Nicole Kidman), no interior da Inglaterra em 1923; Laura (Julianne Moore), uma dona de casa em Los Angeles em 1951 que está lendo o livro Mrs. Dalloway, da própria Virginia; e Clarissa (Meryl Streep), em Nova York em 2001, cuja história reflete a da Clarissa, protagonista de Mrs. Dalloway. O programa é apresentado por Isabel Wittmann, Stephania Amaral e Camila Vieira. Feedback: contato@feitoporelas.com.br Feed|Facebook|Twitter|Instagram|Letterboxd|Telegram Pesquisa, pauta e roteiro:…

  • Notícias

    Orgulho LGBTI+ no Feito por Elas

    O dia 28 de junho é o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+ e aproveitando a data, vamos fazer uma postagem para enaltecer cineastas LBTI ou que trabalhem com a temática LGBTI+ e/ou queer sobre as quais já temos programas. Resistir e celebrar sempre! Segue abaixo: Feito por Elas #15 Lana e Lilly Wachowski As irmãs Lana e Lilly Wachowski são as primeiras cineastas transgênero que se tenha notícia trabalhando em Hollywood. Falamos sobre seu filme Ligadas Pelo Desejo (1996), protagonizado por duas mulheres em relacionamento, e Sense8 (2015-2018), seriado com boa representatividade LGBTI. Feito por Elas #16 Chantal Akerman Chantal Akerman recusava rótulo como “mulher”, “judia” ou “lésbica”, mas mesmo…

  • Notícias

    Filmes para celebrar o Orgulho LGBTI+ no Telecine

    Foi no dia 28 de junho de 1969 que o bar Stonewall Inn, localizado em Nova York e frequentado pelo público LGBTI+, foi invadido com violência pela polícia. O que se seguiu foi uma série de manifestações conhecidas como Rebelião de Stonewall, reivindicando direitos para as pessoas da comunidade. Uma boa parte dessas manifestações foram lideradas por mulheres, tanto transgênero quanto lésbicas e bissexuais, principalmente negras e latinas. No aniversário de um ano do acontecimento, duas Marchas pelo Orgulho ocorreram nos Estados Unidos, em Chicago e Los Angeles. Desde então, a data 28 de junho se tornou sinônimo de celebração e de luta e se estabeleceu como o Dia do…

  • Blogs,  Críticas,  Stephania Amaral

    INDIANARA

    Indianara (2019), de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa, longa candidato à Palma Queer ano passado em Cannes e que hoje estreia por aqui, é um registro audiovisual poderoso e importante de momentos históricos atuais do Brasil e da luta de pessoas trans pela liberdade de existir e de ocupar espaços. Sem intermédio de legendas ou […] https://stephaniaamaral.wordpress.com/2020/06/25/indianara/...

  • Podcasts

    Feito por Elas #113 Dorothy Arzner

    O nosso programa de hoje é sobre a cineasta estadunidense Dorothy Arzner, uma das pioneiras do cinema. Ela nasceu em 1897 e começou a trabalhar como diretora no final da década de 20, ainda no cinema mudo. Fez a transição para o cinema sonoro e trabalhou até 1943, sendo a única mulher que dirigiu filmes em Hollywood ao longo da década de 1930. Focamos em seu filme A Vida é Uma Dança (Dance, Girl, Dance, 1940), estrelado por Maureen O’Hara e Lucille Ball. O programa é apresentado por Isabel Wittmann, Camila Vieira e Kel Gomes. Oferecimento: Telecine: acesse para testar Feedback: contato@feitoporelas.com.br Feed|Facebook|Twitter|Instagram|Letterboxd|Telegram Pesquisa e pauta: Isabel Wittmann, Camila Vieira e…

  • Indicações,  Livros

    Alerta Selvagem, de Susy Freitas

    Finalmente comprei meu exemplar do Alerta Selvagem (Editora Patuá), livro de poesia da jornalista, professora, Elvira (e amiga!) amazonense Susy Freitas. Os poemas começam intimistas, no “quarto em que dorme o inesperado” (‘o amigo’), o convite para beber (‘aprendizagem’/’beba’), ao que passam para alteridade dos “territórios percorridos nos sonhos dos outros” (‘aberta’). A carreira como crítica da autora é referenciada (‘cinema’ e ‘mise en abyme’), ela comenta sobre o vazio existencial virtual (‘a entertainer definitiva’), “ninguém nunca vai saber que horas você foi dormir” (‘pobre menina’), e o livro termina com seu caráter político acentuado, da crítica social ao pedigree gourmetizado (‘condomínio’) até a folia final “nas noites ébrias…incerteza nos corpos”…