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    Lemonade

    Aproveitando a indicação abaixo da Isa do Homecoming na Netflix, quero lembrá-los do maravilhoso álbum Lemonade (2016), que também tem um filme fantástico homônimo dirigido e estrelado/performado pela Beyoncé – na época eu, Isa, Kel e Renato (hoje time do Cinematório) até gravamos um podcast relacionado no Cinema em Cena. Esses dias a diva finalmente liberou o disco em várias plataformas de música online, como o Spotify. Eis abaixo uma amostra do longa musical com o clipe de “Sorry”, uma das faixas que mais me tocam – sempre arrepio toda e choro, tenho uma conexão muito forte com este trabalho!  Stephania AmaralPesquisa filmes realizados por mulheres, mas também é das…

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    A LIXXXTA

    Nota: Bom pessoal, vocês vão notar a partir de agora umas mudanças neste blog. Temos um pouco de tudo aqui, na maioria das vezes vocês encontram críticas sobre filmes que assisto em cabines de imprensa, um livro ou disco ou outro (já que posto todo dia no @discosdaste). Temos até amostras de assuntos mais pessoais […] https://stephaniaamaral.wordpress.com/2019/05/13/a-lixxxta/...

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    Cemitério Maldito

    A barreira não deve ser quebrada. A terra é podre. Era de se esperar que a nova versão do livro de Stephen King não atingisse um nível tão clássico quanto Cemitério Maldito (1989), de Mary Lambert. Caso a memória do filme de Lambert – especialmente a impecável sequência final – não assombrasse Pet Sematary (2019), […] https://stephaniaamaral.wordpress.com/2019/05/09/cemiterio-maldito/...

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    Ballad of the Broken Seas

    Volta e meia eu retomo trabalhos perdidos de bandas que gosto mas não cheguei a ouvir TUDO. Esses dias descobri o disco “Ballad of the Broken Seas” (2006), primeira colaboração da Isobel Campbell com o Mark Lanegan – eu conhecia apenas os outros da dupla: “Sunday at Devil Dirt” (2008) e “Hawk” (2010). Bel canta ainda no mais melancólico “Ghost of Yesterday” (2002), com Bill Wells. Antes de ouvir Belle & Sebastian e ligar o nome a pessoa eu já tinha me apaixonado pela moça no álbum “Swansong For You” (2000), com The Gentle Waves, na época do lançamento. Stephania AmaralPesquisa filmes realizados por mulheres, mas também é das letras e das músicas

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    Poliça

    Venho por meio desta compartilhar com vocês minha nova obsessão: a música “Agree“, da dupla indie POLIÇA, formada pela cantora Channy Leaneagh e Ryan Olson, que em parceria com s t a r g a z e lançou o álbum “Music for the Long Emergency” (2018). Sabe quando uma letra encaixa exatamente na situação em que você tá vivendo? Foi o caso. Ontem ouvi esta versão mais melancólica “Agree – The Wild honey pie buzzsession” em looping, perdi a conta de quantas vezes, durante mais de TRÊS HORAS (juro)! Pra ficar melhor ainda, o clipe, que coloquei abaixo, retrata um romance entre mulheres, com imagens perturbadoras, recortes e muita beleza… Confira e depois…

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    Duas Rainhas

    Apesar do duplo protagonismo prometido e cumprido pelo título nacional, Duas Rainhas (2018), primeiro longa da diretora Josie Rourke, foca na história de Mary Stuart (Saoirse Ronan) e sua rivalidade com a prima Elizabeth I (Margot Robbie), rainha da Inglaterra. Além disso se preocupa com questões de representatividade, incluindo atores e atrizes com diversas etnias […] https://stephaniaamaral.wordpress.com/2019/04/04/duas-rainhas/...

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    Letrux para Hysteria

    Vocês já devem conhecer o projeto Hysteria, que foca em produções feitas por mulheres, certo? Atrasadíssima, deixo aqui a dica desse clipe-manifesto com minha musa Letrux, a Letícia Novaes, que já apresentei a vocês em cartas anteriores… No videoclipe da música que ela compôs especialmente para o canal – dirigido a quatro mãos por Carolina Jabor e Isabel Nascimento Silva – ela canta em português e inglês e se despe pelas ruas de uma forma absolutamente natural e fluida. Confira! Stephania AmaralPesquisa filmes realizados por mulheres, mas também é das letras e das músicas

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    VOX LUX – Longe Demais

    “Voz de Luz”, em tradução errada do latim pronunciada pelo inexperiente direAtor, lança vários apelos cinéfilos para compensar suas inúmeras falhas: o reencontro de Portman e Jude Law pela quarta vez nas telas – não espere um revival de Closer (2004) – a fajuta imitação de looks Cisne Negro (2010), além de ser narrado por […] https://stephaniaamaral.wordpress.com/2019/03/28/vox-lux-longe-demais/...

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    Miss Li

    Não me lembro mais como descobri o trabalho da Miss Li a alguns anos atrás (quando sobrevivia ainda sem as playlists do Spotify). Provavelmente vi a cantora nos vídeos recomendados do YouTube, pois adoro essa influência vintage jazzística na música, como nos trabalhos do Postmortem Jukebox, Caro Emerald e Diablo Swing Orchestra – assuntos para outras newsletters, me cobrem! Nascida Linda Carlsson, a sueca Miss Li tem muitos álbuns desde 2006. Meu preferido é “Beats & Bruises”, de 2011, o mais equilibrado de seus trabalhos, especialmente as faixas “My Man” e “Forever Drunk”. Suas músicas costumavam ser mais românticas e fofinhas (sempre com doses saudáveis de ironia), até que em…

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    Nada ficou no lugar

    A “gigante” Adriana Calcanhotto – expressão usada pela minha diva Letrux dona da melhor faixa indescritível “Já Reparô?” – teve sua extensa e importante obra musical homenageada na coletânea “Nada ficou no lugar”. A cantora disse que não acha graça em regravações fiéis e os artistas escolhidos tiveram a manha em deixar suas marcas nos muitos covers elencados. Entre outras cantoras e faixas, “Vai Saber?” de Larissa Luz, arrisca um ensaio de Elza Soares. Mãeana retorna depois de uns shows da Xuxa com “O Amor me Escolheu”. “Seu Pensamento” entrega novo hit para os fãs do primeiro trabalho da cult indie tecno-brega Duda Beat. “Pode se Remoer” da Preta Gil… Fiquei comovida ainda com a mística “Toda Sexta…