• Indicações,  Seriados

    The Crown

    A terceira temporada de The Crown já está disponível na Netflix. Centrado na vida da rainha da Inglaterra, Elizabeth II, o seriado voltou com elenco renovado, ou melhor, envelhecido, para acompanhar o avançar do tempo. Se nas duas primeiras temporadas ela era interpretada por Claire Foy, agora, com a história transcorrendo de 1964 até 1977, a atriz foi substituída pela ótima Olivia Colman, que não só interpreta a Madrinha na nossa amada série Fleabag como, recentemente, também encarnou a realeza no papel de Rainha Anne em A Favorita. A troca de atrizes conferiu mais maturidade à personagem e, por sua vez, os rumos da história tratam-na agora de maneira mais…

  • Podcasts

    Feito por Elas #86 Fleabag

    Esse programa é sobre o seriado Fleabag (2016-2019), escrito e protagonizado por Phoebe Waller-Bridge. Também comentamos brevemente seus outros trabalhos na televisão: Crashing (2016) e Killing Eve (2018-). O programa é apresentado por Isabel Wittmann do Estante da Sala, Stephania Amaral do Cinematório e Instagram Discos da Stê e Kel Gomes do Cinematório. Feedback: contato@feitoporelas.com.br Feed|Facebook|Twitter|Instagram|Letterboxd|Telegram Edição: Felipe Ayres e Isabel Wittmann Pesquisa e pauta: Isabel Wittmann Arte da capa: Amanda Menezes Vinheta: Felipe Ayres Locução: Deborah Garcia (deh.gbf@gmail.com) Assine nosso Padrim Assine nosso Patreon Mencionados: [FILME] Sem Tempo Para Morrer (No Time to Die, 2020), dirigido por Cary Joji Fukunaga Feito por ElasProjeto para discutir, criticar e divulgar os trabalhos de mulheres no cinema. feitoporelas.com.br

  • Indicações,  Seriados

    Pose

    Recentemente o catálogo da Netflix recebeu como acréscimo o seriado Pose, criado por Steven Canals, Brad Falchuk e Ryan Murphy, com episódios dirigidos por Gwyneth Horder-Payton,Tina Mabry, Janet Mock, entre outras. Trata-se de uma história que se passa nos bailes queer de Nova York em 1987, em que homens cisgênero gays, mulheres transgênero e drag queens participavam de competições em busca da melhor performance artística, com temas variados, geralmente de personificar determinados signos de status. O universo é o mesmo retratado no documentário Paris is Burning, dirigido por Jennie Livingston (que também dirigiu um episódio da série), sendo que ele já foi recomendado nesse espaço e está disponível no serviço de streaming. Um dos pontos fortes da série é o protagonismo diverso…

  • Filmes,  Indicações

    O Olmo e a Gaivota, de Petra Costa

    Se você gostou do documentário Democracia em Vertigem, que já recomendamos nessa newsletter, não deixe de conferir O Olmo e a Gaivota, o filme anterior da diretora Petra Costa, que entra para o catálogo da Netflix nesse domingo. Talvez o menos diretamente pessoal de sua filmografia, ele trata da história de uma atriz, Olivia, que se prepara para encenar a peça A Gaivota, de Tchekov, quando descobri que está grávida. A partir daí tem que lidar com seus medos, a percepção sobre si, sobre seu corpo e sua vida. Isabel WittmannCrítica de cinema, doutoranda em Antropologia Social, pesquisa corpo, gênero e cinema e é feminista. estantedasala.com

  • Filmes,  Indicações

    XXY, de Lucía Puenzo

    Já ouviu nosso podcast sobre a diretora argentina Lucía Puenzo? O longa dela XXY (2007) está disponível na Netflix! No drama, a atriz Inés Efron vive Alex, intersexual que aos 15 anos mora com os pais (um deles vivido pelo Ricardo Darín), que lidam com os desafios de sua condição médica e a hostilidade enfrentada durante suas descobertas. O filme é muito pesado e difícil de ser assistido – costumamos preferir películas que retratam a sexualidade e especialmente questões de gênero de forma mais leve. Stephania AmaralMestra em cinema de horror, revisora e aspirante à crítica de música no @discosdaste

  • Indicações,  Seriados

    Tuca & Bertie

    “Esse é o alarme que soa quando nenhuma mulher fala em voz alta por três minutos” – essa é uma das icônicas falas de uma das protagonistas, ao defender sua melhor amiga silenciada por um colega de trabalho. Dubladas pelas humoristas Tiffany Haddish e Ali Wong, Tuca & Bertie são duas garotas-pássaras de 30 anos vizinhas num apartamento na “Cidave”. O desenho criado por Lisa Hanawalt, também produtora de BoJack Horseman, me ganhou pela leveza na abordagem de temas triviais e algumas vezes pesados, como abuso velado, doenças e problemas em família. A série se tornou minha preferida entre as animações adultas recentes, por ter muita personalidade no traço, extrema criatividade, humor na…

  • Indicações,  Seriados

    Olhos que Condenam

    O seriado Olhos que Condenam, de Ava DuVernay, trata da história ficcionalizada de cinco meninos negros presos por uma falsa acusação de estupro em 1989, em Nova York. O elenco é incrível e a recontagem dos acontecimentos é impressionante. Prepare-se para conhecer a vilã mais odiável que você pode ver em uma mídia audiovisual e pensar em como essa pessoa existe na vida real e representa todo um sistema de exclusão e racismo estrutural. A série é muito pesada e difícil de assistir, mas essencial, especialmente para quem é fã da diretora, uma vez que dialoga com seu trabalho anterior, A 13ª Emenda. Isabel WittmannCrítica de cinema, doutoranda em Antropologia Social,…

  • Filmes,  Indicações

    Democracia em Vertigem

    A recomendação de hoje não poderia deixar de ser Democracia em Vertigem, documentário da Petra Costa que entrou para o catálogo da Netflix em mais de 190 países no dia 19. Petra descortina os acontecimentos políticos do Brasil dos últimos anos, usando uma narração em off e ponto de vista extremamente pessoal, ela conecta causa e efeito dos acontecimentos ao mesmo tempo em que se coloca nos momentos apresentados. Prepare-se para passar raiva tudo de novo. E para chorar também. Não só foi golpe como foi um golpe misógino e agora temos quatro anos de autoritarismo pela frente. Isabel WittmannCrítica de cinema, doutoranda em Antropologia Social, pesquisa corpo, gênero e cinema…

  • Filmes,  Indicações

    O Outro Pai

    O Outro Pai (2019), de Gabriela Tagliavini, é daqueles filmes que apesar de todas as evidentes falhas – como clichés de final feliz e romances forçadíssimos – acaba sendo uma ótima surpresa. Na trama, quatro irmãs que se reencontram no funeral da mãe descobrem que não são filhas biológicas do pai com que conviveram, e devem descobrir suas origens como condição para recebimento da herança. Me diverti e me emocionei com a comédia espanhola (a quanto tempo não tinha um guilt pleasure tipo novela mexicana!), especialmente pela união fraternal, real desejo da mãe realizado. Fiquei satisfeita pelas representatividades importantes (ainda que colocadas de forma um pouco desengonçada), não só da diretora…