• Discos,  Indicações

    Ballad of the Broken Seas

    Volta e meia eu retomo trabalhos perdidos de bandas que gosto mas não cheguei a ouvir TUDO. Esses dias descobri o disco “Ballad of the Broken Seas” (2006), primeira colaboração da Isobel Campbell com o Mark Lanegan – eu conhecia apenas os outros da dupla: “Sunday at Devil Dirt” (2008) e “Hawk” (2010). Bel canta ainda no mais melancólico “Ghost of Yesterday” (2002), com Bill Wells. Antes de ouvir Belle & Sebastian e ligar o nome a pessoa eu já tinha me apaixonado pela moça no álbum “Swansong For You” (2000), com The Gentle Waves, na época do lançamento.

  • Indicações,  Livros

    O Segundo Sexo

    Em homenagem aos 70 anos de O Segundo Sexo, a editora Nova Fronteira lança uma nova edição comemorativa da obra de Simone de Beauvoir. A publicação conta com textos de pesquisadoras brasileiras, como Mary Del Priori, Djamila Ribeiro, Mirian Goldenberg e Marcia Tiburi

  • Blogs,  Estante da Sala

    Sansa Stark e o ódio pelo feminino

    Tanto nos livros como na série, Sansa Stark (interpretada por Sophie Turner) foi uma personagem odiada pelo público em geral. Agora, com o avançar das temporadas e a evolução dos personagens, fica claro que sua trajetória de crescimento é uma das mais coerentes, sem mudar quem ela sempre foi. O ódio por ela sempre foi […] ...

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  • Indicações,  Seriados

    Loja de Unicórnios

    Segundo a Wikipedia, “A geração Y (também chamada geração do milênio, geração da internet, ou Millennials) é um conceito em Sociologia que se refere à corte dos nascidos após o início da década de 1980 e até ao final da década de 1990″. Muito se fala sobre os millennials e as pessoas tendem a colocar a conta dos estereótipos no mais jovens, quando na verdade somos as pessoas entre 20 e 40 anos. Nós crescemos em um Brasil redemocratizado, alguns de nós vimos a queda do muro de Berlim, a abertura para as importações, a múltiplas trocas de moedas, a sociedade mudando gradativamente. Provavelmente muitos de nós também foram incentivados a…

  • Podcasts

    Drops FpE #18 A Sombra do Pai

    No Feito por Elas de hoje, em formato drops, conversaremos sobre o filme A Sombra do Pai (2018), dirigido por Gabriela Amaral Almeida, que estreia dia 2 de abril nos cinemas. O episódio também conta com uma entrevista com a diretora. O programa é apresentado por Isabel Wittmann do Estante da Sala, Raquel Gomes, do Cinematório e Stephania Amaral do Cinematório e Instagram Discos da Stê. Feedback: contato@feitoporelas.com.br Feed|Facebook|Twitter|Instagram|Letterboxd|Telegram Edição: Felipe Ayres e Isabel Wittmann Pesquisa e pauta: Isabel Wittmann Arte da capa: Isabel Wittmann Vinheta: Felipe Ayres Locução: Deborah Garcia (deh.gbf@gmail.com) Assine nosso Padrim Assine nosso Patreon Mencionados: [FILME] Quando eu Era Vivo (2014), dirigido por Marco Dutra [FILME] As Boas Maneiras (2017), dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra [FILME]…

  • Blogs,  Estante da Sala

    Vingadores: Ultimato (2019)

    Contém spoilers moderados! Eis que onze anos depois do lançamento de Homem de Ferro, filme que deu início ao chamado Universo Cinematográfico Marvel ou, simplesmente, MCU, chegamos a esse filme que funciona como um desfecho para a jornada do grupo de heróis. Foram vinte e dois filmes e nesse ritmo é difícil dizer que ainda […] ...

  • Notícias

    Mostra Vera Chytilová: A Grande Dama do Cinema Tcheco

    Entre os dias 24 de abril e 13 de maio acontecerá no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, a mostra intitulada “Vera Chytilová: A Grande Dama do Cinema Tcheco”. Serão exibidos 20 longas e 6 curtas da cineasta, entre ficção e não-ficção, sendo a maioria inéditos no Brasil. Haverá debates e sessões com acessibilidade (tanto libras como audiodescrição) Vera Chytilová começou seu trabalho quando a Checoslováquia fazia parte da União Soviética. A política teve grande influência em sua obra, permeada por humor ácido, crítica social, feminismo e sátira, dando início ao que se chamou posteriormente de Nouvelle Vague Tcheca.  Para mais informações sobre os filmes exibidos e seus…

  • Podcasts

    Feito por Elas #72 Helena Solberg

    O programa de hoje é sobre a diretora, roteirista e produtora brasileira Helena Solberg, reconhecida como a única mulher a participar do Cinema Novo. Conversamos sobre seus filmes A Entrevista (1966), Carmem Miranda: Banana is My Business (1995), Vida de Menina (2003) e A Alma da Gente (2013). O programa é apresentado por Isabel Wittmann do Estante da Sala, Camila Vieira da Revista Sobrecinema e Stephania Amaral do Cinematório e Instagram Discos da Stê. Feedback: contato@feitoporelas.com.br Feed|Facebook|Twitter|Instagram|Letterboxd|Telegram Edição: Felipe Ayres e Isabel Wittmann Pesquisa e pauta:Stephania Amaral e Isabel Wittmann Arte da capa: Amanda Menezes Vinheta: Felipe Ayres Locução: Deborah Garcia (deh.gbf@gmail.com) Assine nosso Padrim Assine nosso Patreon Mencionados: [FILME] Shoes (1916), de Lois Weber [FILME] Olhar Estrangeiro (2006), de Lúcia Murat [FILME] Você…

  • Filmes,  Indicações

    Queer Eye

    Não tenho assistido a muitos filmes nos últimos tempos, porque estou num momento tenso com a minha tese (quem me segue no twitter já deve ter percebido). Mas minha singela recomendação hoje, sem muitas palavras, é o reality show Queer Eye. Ele é uma versão revista do Queer Eye for the Straight Guy, que foi ao ar entre 2003 e 2007. Começou em 2018 e já tem três temporadas disponíveis na Netflix, cada uma melhor que a anterior. Trata-se daqueles programas de transformação: os protagonistas são cinco homens gays especialistas em atividades específicas. Bobby cuida da arquitetura e decoração, Tan das roupas e estilo, Jonathan cabelo e cuidados de beleza, Karamo da cultura (mas às vezes parece…

  • Colunas,  Literatura com Elas

    Memórias de uma menina

    Aproveitando a publicação do episódio sobre a filmografia da Helena Solberg no podcast Feito por Elas, a coluna aborda hoje a obra Minha Vida de Menina, de Helena Morley, que foi adaptado para o cinema pela Solberg no longa metragem Vida de Menina (2003). A obra é uma compilação dos diários de Helena Morley – pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant (1880-1970) -, escritos entre 1893 e 1895, em Diamantina, Minas Gerais. Na época, a autora tinha entre 13 e 15 anos, mas o livro só foi publicado em 1942, quando a autora já tinha 62 anos. Por ter o formato de diário, a obra não entrou nos cânones da…