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    Feito por Elas #132 Educação

    Esse programa é sobre o Educação (An Education, 2009), dirigido pela Lone Scherfig e protagonizado por Carey Mulligan, filme que foi indicado a 8 BAFTAS e 3 Oscars. Discutimos o equilíbrio da construção das personagens, a noção de diversas possibilidades de educação e a forma como o figurino retrata a trajetória da protagonista em relação às outras mulheres. O programa é apresentado por Isabel Wittmann e Kel Gomes. Feedback: contato@feitoporelas.com.br Feito por Elas · Feito por Elas #132 Educação Feed|Facebook|Twitter|Instagram|Letterboxd|Telegram Pauta e roteiro: Isabel Wittmann e Kel Gomes. Produção e edição: Isabel Wittmann Arte da capa: Amanda Menezes Vinheta: Felipe Ayres Locução da vinheta: Deborah Garcia (deh.gbf@gmail.com) Música de encerramento: Bad Ideas –…

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    Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi (Mudbound, 2017)

    Com direção de Dee Rees, o drama é centrado em dois soldados, um negro e um branco, que retornam a suas casas depois da 2ª Guerra Mundial e precisam voltar a se encaixar nas rotinas familiares, com pessoas que não vivenciaram os mesmos horrores que eles. A terra, e pertencimento e o racismo são os temas que se destacam. O filme foi indicado ao Oscar de melhor roteiro adaptado (por Dee Rees, que se tornou a 1ª mulher negra indicada na categoria), melhor atriz coadjuvante, melhor canção original (ambas Mary J. Blige) e melhor fotografia (Rachel Morrison, 1ª mulher indicada em 90 anos de premiação) Isabel WittmannCrítica de cinema, doutoranda em Antropologia…

  • Filmes,  Indicações

    As Sufragistas (Suffragette, 2015)

    Recente adição ao catálogo da Netflix, o filme As Sufragistas (Suffragette, 2015), dirigido por Sarah Gavron, aborda o movimento britânico pelo sufrágio universal. A protagonista, Maud Watss, interpretada por Carey Mulligan, é uma mulher da classe operária que se junta ao grupo de militância em busca de seus direitos. O filme peca ao ignorar todo o contexto de militantes que não eram brancas existentes na época e amplamente documentadas, mas ainda assim traça um panorama interessante sobre aquele contexto histórico. É uma ótima dobradinha com Mulheres Divinas (Die göttliche Ordnung,2017). Isabel WittmannCrítica de cinema, doutoranda em Antropologia Social, pesquisa corpo, gênero e cinema e é feminista. estantedasala.com