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    Pariah (2011)

    A protagonista de Pariah é Alike, uma jovem negra e lésbica que se divide entre as diversas facetas de sua vida, negociando espaços e aceitação. A atuação de Adepero Oduye no papel principal é um dos pontos fortes do filme, assim como a sinceridade e força colocada na sua trajetória dentro da narrativa. Primeiro longa escrito e dirigido pela cineasta Dee Rees, é um filme verdadeiro e que demonstra o seu potencial.

  • Críticas e indicações,  Filmes

    Tomboy (2011)

    Após uma mudança de endereço, uma criança chamada de Laure pela família mas que se apresenta como Mickäel (com interpretação incrível de Zoé Herán) para os novos amiguinhos vê aí a oportunidade de começar do zero seu círculo social, a forma como estrutura sua rotina e a maneira como as demais crianças a enxergam. Esse é o ponto de partida de Tomboy (2011), um drama doce escrito e dirigido por Céline Sciamma e que trata de questões sobre infância, identidade e noção de si quando se cresce um mundo tão binariamente generificado como o nosso. 

  • Críticas e indicações,  Filmes

    Paris is Burning (1990)

    Paris is Burning (1990), de Jennie LivingstonSe você gosta de RuPaul’s Drag Race e ainda não assistiu a esse documentário, corra! Mas se não gosta, assista mesmo assim! Interessantíssimo, ele é um mergulho imersivo na cultura drag da Nova York no final dos anos 80. As personagens são interessantes e Livingston consegue capturar o momento em que a arte é assimilada pelo mainstream. Você pode ler mais sobre ele aqui. 

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    Frida (2002)

    Frida (2002), de Julie TaymorBiografia da pintora mexicana Frida Kahlo, interpretada por Salma Hayek. O foco recai no relacionamento intermitente ao logo de sua vida  com o muralista Diego Rivera, mas passa por sua bissexualidade sem grandes detalhes. Com cores vistosas, o filme recebeu o Oscar de melhor trilha sonora e melhor maquiagem.

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    Dicas Netflix Julho

                    Como toda primeira sexta-feira do mês e antes tarde do que nunca chegou a hora de indicar filmes “em cartaz” na Netflix. A maior parte deles entrou para o catálogo no último mês, mas tem outros que estão há mais tempo também. Como sempre, os links nos títulos já levam diretamente para o filme no serviço. Spartacus (1960) Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo’s Nest, 1975) Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping, 1995) Gangues de Nova York (Gangs of New York, 2002) Direito de Amar (A Single Man, 2009) Inside Llewyn Davis- Balada de um Homem Comum (Inside Llwyn…

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    Filmes assistidos em Junho

    Mais um mês que se passou e estamos na metade do ano. Agora é oficial, com o doutorado não vou conseguir manter o ritmo de filmes assistidos que conseguia no mestrado. Para quem chegou aqui agora, recomendo me acompanhar também no letterboxd. A lista abaixo, como sempre, traz o filmes separados por temas e com avaliações subjetivas, que refletem apenas o momento em que dei a nota.   52 Filmes por Mulheres: Divinas (Divines, 2016) ★★★½ Mulher do Pai (2016) ★★★½ Gatos, o Filme (Kedi, 2016) ★★★½   Patty Jenkins para Feito por Elas: Monster- Desejo Assassino (Monster, 2003) ★★★½   Nadine Labaki para Feito por Elas:  Caramelo (Sukkar banat, 2007) ★★★½ E Agora, Onde…

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    The Handmaid’s Tale

    Baseado na ficção futurista distópica de mesmo nome escrita por Margareth Atwood, a série se passa em um contexto em que a taxa de fertilidade humana caiu vertiginosamente e as mulheres perderam seus direitos, dividindo-se entre esposas, empregadas e instrumentos de reprodução, as aias. A personagem principal é a Offred (Elisabeth Moss) que ocupa o último papel. As atuações são impecáveis, assim como a direção de arte e a fotografia. Seis dos oito episódios são dirigidos por mulheres, com destaque para Reed Morano, responsável pelos três primeiros.

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    Big Little Lies

    Reese Whiterspoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley em estão incríveis nessa trama de mistério com pitadas de Garota Exemplar, dirigida por Jean-Marc Valleé (de Livre e Clube de Compras Dallas). Em uma pequena sociedade cheia de intrigas, no primeiro episódio descobrimos que um crime aconteceu. A pessoa que assiste é convidada a descobrir quem foi a vítima, quem agrediu e quais as motivações nesse emaranhado de relações tóxicas e falsidades.

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    Feud: Bette & Joan

    Feud: Bette & Joan: é um deleite para qualquer cinéfilo, recriando a histórica desavença entre Bette Davis e Joan Crawford, interpretadas por Susan Sarandon e Jessica Lange, respectivamente. O desafeto era alimentado pelos homens no poder para enfraquecer politicamente as atrizes. A série tem interpretações maravilhosas e recria momentos icônicos do cinema.