Cinema,  Críticas e indicações,  Filmes

Melhores documentários assistidos em 2016

Pelo segunda vez elaboro essa lista de melhores documentários assistidos ao longo do ano. Essa lista existe porque opto por não incluí-los na de melhores filmes no ano, apenas para facilitar meu próprio trabalho. Estão inclusos obras de qualquer época que eu tenha assistido pela primeira vez em 2016. A lista está grosseiramente ordenada em ordem de preferência, disponível também no Letterboxd e os filmes que possuem críticas tem seus links no post.


Paris is Burning (1990)

Direção: Jennie Livingston

Intenso, divertido, emocionante e imersivo filme sobre a cena queer novaiorquina no final dos anos 80 e começo dos 90.

A 13ª Emenda (13th, 2016)

Direção: Ava DuVernay

Atual e necessário, o documentário distribuído pela Netflix escancara a emaranhada relação entre racismo e criminalização no Estados Unidos.

As Praias de Agnès (Les plages d’Agnès , 2008)

Direção: Agnès Varda

A diretora, de maneira lúdica, olha em retrospecto para seus feitos e as pessoas que a rodearam. Belíssimo filme que mostra alguém que viveu intensamente.

As Mulheres que Ele Despiu (Women He’s Undressed, 2015)

Direção: Gillian Armstrong

Usando de recursos teatrais, o documentário retrata a chegada do grande figurinista Orry-Kelly em Hollywood e o ocultamento do relacionamento que mantinha com uma figura que também se tornou famosa.

Não é Um Filme Caseiro (No Home Movie, 2015)

Direção: Chantal Akerman

Últimas conversas da cineasta com sua mãe, ajuda a colocar em perspectiva sua temáticas e a forma de abordá-las no contexto de sua filmografia.

O Peso do Silêncio (The Look of Silence, 2014)

Direção: Joshua Oppenheimer

Continuação do impactante O Ato de Matar, dessa vez sob o ponto de vista dos sobreviventes e familiares deles no genocídio na Indonésia.

Eu sou Ingrid Bergman (Ingrid Bergman in Her Own Words, 2015)

Direção: Stig Björkman

Através de cartas e diários e dos relatos de seus filhos, temos contato com aspectos particulares da vida da famosa atriz.

Making a Murderer (2015)

Direção: Moira Demos e Laura Ricciardi

Um interessante exercício narrativo que brinca com as expectativas do público a respeito de um crime (ou dois).

Os Irmãos Lobo (The Wolfpack, 2015)

Direção: Crystal Moselle

Documentário que nasceu da escolha certa de tema: os irmãos Angulo, que cresceram isolados do mundo, à não ser pelo contato com uma vasta coleção de filmes, que se tornou seu referencial de mundo e sua fonte de brincadeiras e entretenimento.

 

She’s Beautiful When She’s Angry (2014)

Direção: Mary Dore

Aborda de forma didática períodos e reivindicações do movimento feminista nos Estados Unidos.

Compartilhe
Share

Crítica de cinema, doutora em Antropologia Social, pesquisadora de corpo, gênero, sexualidade e cinema.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *