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    Feito por Elas #17 Marjane Satrapi

    Nesta edição do programa conversamos sobre a cineasta e quadrinista iraniana Marjane Satrapi, que cresceu em meio à revolução em seu país e foi profundamente marcada por ela em sua trajetória pessoal. As histórias de sua infância e juventude foram retratadas na animação Persépolis (Persepolis, 2007), adaptada do quadrinho autobiográfico de mesmo nome.  Com ela ganhou o prêmio especial do Juri no Festival de Cannes e uma indicação ao Oscar de melhor animação, tornando-se a primeira diretora indicada na categoria. Também abordamos dois filmes com atores: Frango com Ameixas (Poulet aux prunes, 2011), adaptado de seu quadrinho de mesmo nome e As Vozes (The Voices, 2014). O programa é apresentado por Angélica Hellish do Masmorra Cast, Isabel Wittmann do Estante da Sala, Stephania Amaral do site…

  • Críticas e indicações,  Filmes,  Recados

    8 anos de Estante da Sala

    Eis que que meu blog chega ao seu oitavo aniversário. Depois de outros espaços, escrevendo na internet desde 2001, foi por aqui que resolvi ficar, entre idas e vindas. Olhando para trás foram várias fases. Já postei até receita de bolo e resenha de jogo de videogame por aqui. O nome Estante da Sala veio justamente daí: um local onde guardar todas as essas coisas que nos rodeiam: livros, filmes, jogos e o que mais desse na telha. Com o passar do tempo meu foco acabou se estabelecendo nos filmes mas o nome ficou. É claro que com esse tempo todo de escrita, olho pra trás e vejo muita coisa duvidosa, mas…

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    Feito por Elas #16 Chantal Akerman

    Nesse programa falamos sobre a diretora belga Chantal Akerman, conhecida por seu cinema experimental de cunho feminista. Seu primeiro longa, Jeanne Dielman, 23, Quai du Commerce, 1080 Bruxelles (1975), que realizou aos vinte e quatro anos, é uma obra que explora o rigor estético e a beleza do cotidiano. Com Toda Uma Noite (Toute Une Nuit, 1982) explorou os aspectos rítmicos da corporalidade em cena através de uma narrativa episódica. Já Não é um Filme Caseiro, seu último trabalho, é um documentário a respeito de sua mãe que joga luzes sobre sua própria obra e trajetória. O programa é apresentado por Isabel Wittmann do Estante da Sala,  Stephania Amaral do site homônimo e Instagram Discos da Ste, Camila Vieira do Sobrecinema e Verberenas e Samantha Brasil do Delirium Nerd, PartidA Feminista e Cineclube Delas, com…

  • Cinema,  Críticas e indicações,  Filmes

    Filmes Assistidos em Janeiro

    Já passou o primeiro mês do ano! E eu continuo sem internet em casa, agora já por mais de dois meses. Tem sido um suplício ficar assim, já que até as postagens aqui ficam comprometidas, fora que não consigo fazer tudo que preciso pelo celular. Espero conseguir solucionar isso em breve (sdds Netflix). Mas pelo menos com a chegada dos assim chamados “filmes do Oscar” e outros lançamentos, venho me mantendo ocupada em termos cinéfilos. Seguem abaixo os filmes assistidos, com minhas notas subjetivas de zero a cinco: 52 Filmes por Mulheres:  E a Mulher Criou Hollywood (Et la femme créa Hollywood, 2016) ★★★★ A Rainha de Katwe (Queen of Katwe,…

  • Cinema,  Críticas e indicações,  Filmes

    Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures, 2016)

    Dirigido por Theodore Melfi, Estrelas Além do Tempo é uma adaptação do livro Hidden Figures, de Margot Lee Shetterly, que trata da trajetória real de três mulheres negras que trabalharam na NASA durante a corrida espacial, na década de 1960, em plena Guerra Fria. Nesse período as mulheres tinham trabalhos restritos na agência: dividiam-se entre as secretárias e as computadoras, que realizavam os cálculo antes da chegada dos grandes equipamentos da IBM. As protagonistas do filme são a matemática Katherine G. Johnson (Taraji P. Henson), a programadora Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e a engenheira Mary Jackson (Janelle Monáe). Esses cargos não são necessariamente aqueles com os quais começam o filme: são…

  • Cinema,  Críticas e indicações,  Filmes

    La La Land: Cantando Estações (La La Land, 2016)

    fico-me perguntando como teria sido se tudo fosse diferente ah, como me inquietam essas histórias passadas como teria sido se não fosse como foi perguntas sem respostas respostas sem perguntas* (I.W.) Filmes musicais são mágicos por excelência. Embora alguns espectadores enxerguem a música como uma quebra de realidade, ela serve justamente para intensifica-la e expandi-la, externando o que é interno aos personagens. Basta pensar em Gene Kelly literalmente cantando na chuva, no filme de mesmo nome, em virtude da alegria de um amor correspondido. La La Land, novo trabalho do diretor Damien Chazelle, embarca nessa proposta trazendo ao público o romance entre a atriz Mia (Emma Stone) e o pianista…

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    Feito por Elas #15 Lana e Lilly Wachowski

    Olá, ouvintes! Esse é um episódio especial para comemorar o Dia da Visibilidade Trans, que ocorre no Brasil em 29 de janeiro. Nesse programa conversamos sobre as diretoras, roteiristas e produtoras estadunidenses Lana e Lilly Wachowski. Depois de trabalharem como roteirista alguns anos, ambas dirigiram seu primeiro longa, Ligadas pelo Desejo (Bound, 1996), que possibilitou o que talvez seja até hoje seu filme mais famoso, Matrix (1999), obra que influenciou fortemente o cinema na década seguinte em termos estéticos e narrativos. Além dos dois, abordamos seu filme mais recente, O Destino de Júpiter (Jupiter Ascending, 2015), passando também pelos divisivos Speed Racer (2008) e A Viagem (Cloud Atlas, 2012) e pelo seriado Sense8, disponível na Netflix. O programa é apresentado por Angélica…

  • Cinema,  Críticas e indicações,  Filmes

    A Criada (Ah-ga-ssi, 2016)

    Perverso e delicioso, A Criada, novo filme dirigido por Park Chan-Wook, se desenrola em camadas, brincando inescrupulosamente com as expectativas de quem o assiste. Adaptado da novela Fingersmith, de Sarah Waters, trata da história de um golpista que se passa por um conde chamada Fujiwara (Jung-woo Ha) para casar com a senhorita Hideko (Min-hee Kim), uma jovem herdeira, com a ajuda de Sook-Hee (Tae-ri Kim), uma batedora de carteiras que posiciona como a criada pessoal do título e por quem a primeira se apaixona. A história original se passa no contexto do rígido sistema de classes vitoriano, e aqui é transposta para a Coréia do Sul sob ocupação japonesa, sendo…

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    Dicas Netflix Janeiro

    Foram tantos filmes bacanas entrando no catálogo da Netflix nos últimos dias que as indicações desse mês são apenas de lançamentos ou retornos. Os links levam diretamente aos filmes no serviço de streaming. Clube dos Cinco (The Breakfast Club, 1985)- Escrevi sobre esse filme aqui A Mosca (The Fly, 1986) Hook: A Volta do Capitão Gancho (Hook, 1991) Sintonia de Amor (Sleepless in Seatle, 1993) Vida de Inseto (A Bug’s Life, 1998) Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill, 1999) Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, 2001) Cisne Negro (Black Swan, 2010)- Escreve sobre esse filme aqui Conspiração e Poder (Truth, 2015)- Escrevi…

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    Um Cadáver Para Sobreviver (Swiss Army Man, 2016)

    Um Cadáver Para Sobreviver chega ao Brasil diretamente em homevideo, disponibilizado na Netflix. Dirigido por Dan Kwan e Daniel Sneinert (conhecidos como Daniels), o filme conta a história de Hank (Paul Dano), um rapaz que conhecemos perdido em uma ilha deserta, sozinho e tentando se matar, até que encontra o corpo já sem vida de Manny (Daniel Radcliffe). Com a ajuda das múltiplas utilidades que descobre ter o morto (e daí vem o título original, referindo-se a um canivete suíço), Hank decide tentar sobreviver e reencontrar Sarah (Mary Elizabeth Winstead) uma moça que acha bonita e que costumava observar no ônibus antes de parar naquele lugar. A amizade entre os…